Papa Francisco:”Causa
horror só em pensar que haja crianças que não poderão jamais ver a luz, vítimas
do aborto.”
Trechos
do documento (confira a íntegra ao final) que denuncia também a coordenadora de
campanha de Marina Silva:
Texto
aprovado na reunião da Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul 1 – CNBB, em
23/08/2014
- Nomeou como ministra da
Secretaria de Políticas para as Mulheres a socióloga Eleonora Menicucci, que
fez diversos pronunciamentos públicos apoiando a legalização do aborto;
- A mesma ministra disse: «o
Sistema de Saúde brasileiro passará a acolher as mulheres que desejam fazer
aborto e orientará como usar corretamente os métodos existentes para abortar» ;
-2013: A pedido do Ministro da Saúde,
a Lei n. 12.845, que ganhou o apelido de Lei Cavalo de Troia pela
forma enganosa como foi apresentada ao Congresso, instituiu o aborto como
prática obrigatória em todos os hospitais públicos e conveniados com o SUS, sem
respeito pela objeção de consciência dos hospitais mantidos pela Igreja
Católica ou outras comunidades religiosas;
-É bom que se recorde igualmente
que os
serviços de aborto, supostamente legal (sendo que não há lei que defina o
aborto como direito no Brasil), começaram na prefeitura de São Paulo, em 1989,
durante a gestão da atual coordenadora geral da campanha de Marina Silva,
com a portaria n. 692/1989, do então Secretário Municipal de Saúde, hoje
candidato do PV, que também apoia explicitamente o aborto em seu programa
estatutário. (Fonte: http://noticias.r7.com/eleicoes-2014/pre-candidato-pelo-pv-eduardo-jorge-defende-legalizacao-do-aborto-e-da-maconha-14062014)
Além do PT mais oito partidos
políticos, registrados no Tribunal Superior Eleitoral, incluem explicitamente
em seus estatutos ou programas a legalização do aborto, a saber: o Partido
Comunista Brasileiro (PCB), o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido
Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido
Democrático Trabalhista (PDT), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o
Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Verde (PV).
Confira também este importante vídeo:
Mídia já está
repercutindo:
Folha de São Paulo
Texto aprovado na reunião da Comissão
em Defesa da Vida do Regional Sul 1 – CNBB, em 23/08/2014
A
dignidade inviolável da vida humana inocente, em todas as suas fases, não é
apenas um princípio do Evangelho como também um fundamento para a construção de
uma sociedade que promova efetivamente a dignidade da pessoa humana. É com esse
pensamento, e com o propósito de atender aos apelos do papa Francisco, como
também dos papas anteriores, Bento XVI e S. João Paulo II, que a Comissão em
Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB vem a público,
neste período de eleições, propor uma reflexão sobre esse assunto de vital
importância, sem
medo de exercer igualmente o papel profético da denúncia, convencida de que
calar-se sobre este ponto equivaleria a omitir-se gravemente no cumprimento de
sua missão.
Infelizmente, ao se fazer um balanço
sobre a atuação do atual governo na questão da defesa da vida, os resultados
obtidos foram indiscutivelmente sombrios. Neste período de governo, podemos
assinalar os seguintes fatos:
01)
A Presidente deu continuidade e renovou
por três vezes o convênio com a Fundação Oswaldo Cruz, tendo por objeto o “estudo
e pesquisa para legalizar o aborto no Brasil”; ao ser renovado pela presidente,
o objeto passou a ser estrategicamente designado como “estudo e pesquisa sobre
o aborto para fortalecer o Sistema Único de Saúde”, mas a equipe
contratada continuava sendo a mesma, constituída pelos principais ativistas e
representantes das ONGs que promovem, no Brasil, o reconhecimento dos “direitos
sexuais e reprodutivos das mulheres”, expressão eufemística criada na
Conferência do Cairo para abrir espaço ao direito do aborto.
02) Nomeou
como ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres a socióloga Eleonora
Menicucci, que fez diversos pronunciamentos públicos apoiando a legalização do
aborto. Em
6 de junho de 2012, essa ministra declarou à Folha de São Paulo que «o governo
entende que não é crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto». No
mesmo dia a Secretaria de Atenção à Saúde do próprio Ministério declarou ao
mesmo jornal que «o Sistema de Saúde brasileiro passará a acolher as mulheres
que desejam fazer aborto e orientará como usar corretamente os métodos
existentes para abortar» e que «Centros de aconselhamento indicarão quais são,
em cada caso, os métodos mais eficazes».
03)
Em fevereiro de 2013, o então ministro da Saúde, atualmente candidato ao governo
do Estado de S. Paulo, em reunião com o presidente da Câmara Federal, solicitou
que fosse votado em regime de urgência, um projeto de lei de autoria da
deputada Iara Bernardi (PT), reapresentado em 2013 como PL 03/2013. Tal projeto
de lei, apresentado simplesmente como dispondo sobre “atendimento
obrigatório e integral de pessoas em situação de violência sexual”, não
menciona explicitamente a palavra ‘aborto’, mas, conforme reconheceu sua
própria autora, a deputada Iara Bernardi (PT), procura dar força de lei às
normas técnicas do Ministério da Saúde que dispõem sobre o aborto supostamente
legal, ainda
que não haja no Brasil lei alguma definindo o aborto como direito em caso
algum.
Após
ter sido impulsionado em todas as etapas de tramitação por parlamentares da
frente governista, este PL 03/2013 foi aprovado por unanimidade na Câmara dos
Deputados em 5 de março e no Senado em 4 de julho, sendo transformado na Lei
Federal n. 12.845/2013 após ter sido sancionado e promulgado pela presidente
Dilma Rousseff (PT) no dia 1º de agosto de 2013. Essa Lei n. 12.845, que ganhou
o apelido de Lei Cavalo de Troia pela forma enganosa como foi apresentada ao
Congresso, institui o aborto como prática
obrigatória em todos os hospitais públicos e conveniados com o SUS, sem
respeito pela objeção de consciência dos hospitais mantidos pela Igreja
Católica ou outras comunidades religiosas. Exige-se que o médico pratique o
aborto, mesmo contra a própria consciência, quando não houver outro médico
disposto a praticá-lo.
Outra
novidade da Lei Cavalo de Troia é a definição de “violência
sexual” como “qualquer relação sexual não consentida”, expressão que permite ser
interpretada da maneira mais ampla possível e sem necessidade de apresentação
de qualquer prova, nem mesmo boletim de ocorrência. Aliás, desde setembro de
2007, o PT assumiu em seu programa estatutário a legalização do aborto e a
execução dessa prática em todos os casos no serviço público.
Além do PT mais oito partidos
políticos, registrados no Tribunal Superior Eleitoral, incluem explicitamente
em seus estatutos ou programas a legalização do aborto, a saber: o Partido
Comunista Brasileiro (PCB), o Partido Popular Socialista (PPS), o Partido
Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido da Causa Operária (PCO), o Partido Democrático
Trabalhista (PDT), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido
Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) e o Partido Verde (PV).
Quanto
à realização de um plebiscito sobre a legalização do aborto, em 2007, quando da
visita do papa Bento XVI ao Brasil, o então secretário-geral da CNBB declarou
que “Colocar em plebiscito o direito de matar é um absurdo. Ninguém gostaria
que seu direito de viver dependesse do resultado de um plebiscito”. S. João
Paulo II na sua encíclica “Evangelium Vitae” assim se expressa: “Quando uma
maioria parlamentar ou social decreta a legitimidade da eliminação, mesmo sob
certas condições, da vida humana ainda não nascida, porventura não assume uma
decisão ‘tirânica’ contra o ser humano mais débil e indefeso? Porventura (os
crimes contra a humanidade) deixariam de ser crimes, se, em vez de terem sido
cometidos por tiranos sem escrúpulos, fossem legitimados por um consenso
popular? Não se pode mitificar a democracia até fazer dela o substituto da
moralidade.” (EV 70). Infelizmente, a candidata do PSB à Presidência da
República apoia a realização de um plebiscito sobre a legalização do aborto no
Brasil. Esse posicionamento contradiz o direito à inviolabilidade da vida
humana desde a concepção até à morte natural, sempre defendido pela Igreja.
É
bom que se recorde igualmente que os serviços de aborto, supostamente legal
(sendo que não há lei que defina o aborto como direito no Brasil), começaram na
prefeitura de São Paulo, em 1989, durante a gestão da atual coordenadora geral
da campanha de Marina Silva, com a portaria n. 692/1989, do então Secretário
Municipal de Saúde, hoje candidato do PV, que também apoia explicitamente o
aborto em seu programa estatutário. (Fonte: http://noticias.r7.com/eleicoes-2014/pre-candidato-pelo-pv-eduardo-jorge-defende-legalizacao-do-aborto-e-da-maconha-14062014)
Em
seu artigo sobre “Fé e Política”, o Bispo de Guarulhos SP, escreve:” Se um
candidato…escolheu um partido que tem posições contrárias à defesa da vida,
desde a sua concepção até à morte natural, e vincula e obriga os seus membros a
esta posição, seria imoral para o cristão fazer tal opção política.” (Folha
Diocesana de Guarulhos, n° 212, julho de 2014).
A
Comissão em Defesa da Vida do Regional Sul-1 da CNBB recomenda a todos os
cidadãos muito discernimento nestas eleições, para que o nosso voto fortaleça a
defesa da Vida Humana em todas as suas fases e não contribua a espalhar a
“cultura do descarte” de seres humanos, denunciada pelo papa Francisco.
COMISSÃO
EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL-1 DA CNBB
ASSINAM
ESTE FOLHETO OS COORDENADORES DAS COMISSÕES DIOCESANAS EM DEFESA DA VIDA
(CDDVS) DAS (ARQUI)DIOCESES (EM ORDEM ALFABÉTICA) DE:
CAMPINAS
– DIÁCONO JOÃO VICENTE DA SILVA;
GUARULHOS – MARIA LEÔNIA DA
SILVA;
ITAPETININGA – IRMÃ APARECIDA
REIS;
S. ANDRÉ – ROBERTO VERTAMATTI;
S. JOSÉ DOS CAMPOS – JOÃO PINHEIRO
NETO;
TAUBATÉ – PROF. HERMES RODRIGUES NERY
COORDENADOR DA
COMISSÃO EM DEFESA DA VIDA DO REGIONAL SUL 1- PE. BERARDO GRAZ“
Autorizam
a divulgação deste texto o Presidente da Comissão em Defesa da Vida do Regional
Sul 1 da CNBB, DOM JOSÉ BENEDITO SIMÃO, e o Bispo Referencial da Pastoral
Familiar do mesmo Regional Sul 1 DOM EMÍLIO PIGNOLI”
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
A Tradição
Em Sergipe, no município de Capela, existe a tradicional “Festa do Mastro”, que acontece no dia de São Pedro. A festividade surgiu por iniciativa de quatro irmãos oriundos de Capela/SE. Criada no ano de 1939, O cortejo acontece da seguinte forma: os homens saem para mata, a procura do “mastro” mais alto, depois que a árvore é cortada e retirada da
mata, começa o cortejo em direção à cidade. A partir desse momento as pessoas sujam-se umas as outras de lama (significando o “homem velho”) e vão melando todas as pessoas ao longo do cortejo até chegar na Praça São Pedro, onde o padre da a “bênção do mastro” (significando o renascimento do “homem novo”), entronizando-o na Praça.
A festa acontece há mais de 50 anos,“Seu” Manuca, um dos responsáveis pela Festa do Mastro, disse em entrevista ao historiador Sergipano Lindolfo Amaral:
“Hoje o povo tá tomando um caráter diferente. É um folclore. Antigamente, já era uma festa, e hoje é uma festa folclórica, de uma tradição que não pode se deixar e está melhorando a cada ano”, disse Seu Manuca.